Catalisadora Maia no Woman Music Event 2025: Conexões, Tendências e Presença Periférica na Indústria Musical

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A indústria da música no Brasil movimenta bilhões todos os anos e reúne uma infinidade de profissionais e funções: artistas, produtores, managers, engenheiros de som, A&R, empresárias, consultoras e muito mais. Segundo dados recentes da IFPI (International Federation of the Phonographic Industry), o setor de música gravada mundial cresceu mais de 10% em 2025, com o Brasil ocupando posição de destaque no cenário latino-americano.

Mesmo com esse crescimento expressivo, mulheres, pessoas negras, LGBTQIAPN+ e profissionais periféricos ainda enfrentam inúmeros desafios para ocupar espaço, gerar renda e construir uma carreira sustentável na música.

O relatório “Por Elas Que Fazem a Música 2025“, publicado pela UBC, traz dados alarmantes, mesmo após oito anos de monitoramento:

  • Mulheres representam apenas 17% dos associados da UBC, número que sobe para 20% entre os novos cadastros – um avanço, porém ainda tímido.

  • A remuneração média das mulheres continua desigual: apenas 10% do total distribuído em direitos autorais vai para elas, mesmo com aumento na participação e produção.

  • Nos segmentos de streaming (áudio e vídeo), a presença feminina é baixa:

  • Apenas 10% da renda no streaming de áudio é direcionada a mulheres;

  • E só 9% no streaming de vídeo;

  • Nos setores mais rentáveis para artistas mulheres, shows e rádio dividem a liderança com 19% da arrecadação, enquanto cinema representa apenas 0,5%.

A atuação como autora ainda é a mais lucrativa entre as categorias femininas (com 73% da renda das mulheres associadas), mas versionistas, intérpretes e produtoras fonográficas ainda recebem fatias significativamente menores.

É justamente para transformar essa realidade que aCatalisadora Maia nasceu: como umlaboratório de desenvolvimento artístico e gestão musical, que atua com artistas independentes da cena periférica, urbana e autoral.

Nossa Presença no WME 2025 – “In Real Life

Marcamos presença nanona edição do Woman Music Event (WME 2025), realizada entre os dias12 e 15 de junho, emSão Paulo. O tema deste ano, “In Real Life“, destacou a importância daexperiência presencial na música, indo além da superficialidade dos números digitais.

Durante o evento,Nyak, CEO da Catalisadora Maia, participou ativamente nos dias13 e 14 de junho, vivenciando trocas significativas com empresárias, artistas, A&Rs, consultoras de carreira e representantes de grandes instituições da música. Além da participação do time Maia em peso comDustin Maia (CEO) e WM Beats (Produtor Musical e DJ).

Conexões com Nomes de Peso da Indústria Musical

Durante o WME 2025, tivemos a oportunidade de conhecer e dialogar com profissionais que são referências no mercado, como:

Impacto e Próximos Passos: Ferramenta de Maturidade Artística em Ação

Durante os encontros e diálogos no WME, também divulgamos nossaFerramenta de Diagnóstico de Maturidade Artística, que tem sido reconhecida como uma inovação na gestão de carreira para artistas independentes.

Fizemos uma proposta à equipe organizadora doWoman Music Event para, quem sabe, em 2026, promovermos umpainel interativo, onde as participantes possam realizar o diagnóstico ao vivo e receber brindes com seus resultados. Meta da Catalisadora Maia até 2030: realizar1.000 avaliações completas com o Diagnóstico de Maturidade Artística, alcançando artistas e profissionais de todo o Brasil.

Uma Vivência que Fortalece Nossa Atuação na Indústria Musical

Para Nyak:

“Representar a Catalisadora Maia no maior evento de mulheres da música no Brasil é um marco muito importante. Conectar com tantas profissionais incríveis, abordar tendências e abrir novas parcerias fortalece nossa missão. Esses espaços nos dão ainda mais foco e firmeza sobre o papel que queremos desempenhar na indústria musical.”

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